quinta-feira, 23 de julho de 2009

NÁUFRAGOS NUM MAR DE COSMOVISÕES

Defender a Palavra de Deus também é cumprir a missão e o Jornalista Michelson Borges tem feito isto com muita dedicação. Abaixo uma resposta dada a uma matéria publicada recentemente na Folha de São Paulo onde o autor tenta provar que ser religioso é uma evidência de fragilidade.
"No dia 16, o filósofo Hélio Schwartsman publicou na Folha de S. Paulo o artigo “Deus e o jardim das delícias”. Ele dispara já de início: “Convenhamos que religião e nosso conhecimento do mundo não andam exatamente de braços dados. De um modo geral, virgens não costumam dar à luz (especialmente não antes do desenvolvimento de técnicas como a fertilização “in vitro”) e pessoas não saem por aí ressuscitando. Em contextos normais, um homem que veste saias e proclama transformar pão em bife sempre que dá uma espécie de passe seria prudentemente internado numa instituição psiquiátrica. E não me venham dizer que a transubstanciação é apenas um simbolismo. ...”
Schwartsman comete o erro banal de confundir cristianismo com catolicismo. Embora o nascimento virginal e a ressurreição de Jesus constem nos Evangelhos (e é claro que não podem ser aceitos por uma mente naturalista que exclui a priori qualquer evento sobrenatural), a transubstanciação é um dogma católico não-bíblico, afinal, homens não têm poder de “criar” Deus a cada missa. O pão, segundo o próprio Jesus, é símbolo de Seu corpo e não literalmente Sua carne..."
Leia o restante da resposta clicando aqui

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