terça-feira, 24 de agosto de 2010

Brasileiro gasta parcela maior da renda em prestações

Pesquisas apontam que comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas é crescente nos últimos meses

O comprometimento da renda das famílias brasileiras com o pagamento de dívidas, tanto de parcelas do crediário de lojas como de financiamentos com bancos, é crescente nos últimos meses, apontam pesquisas com consumidores e estudos de consultorias privadas. Mesmo com uma parcela maior da renda empenhada com prestações, o consumidor não desiste de assumir novos empréstimos. É que as perspectivas favoráveis para o crescimento do emprego e da renda e, especialmente, os prazos longos de pagamento dos financiamentos dão tranquilidade para ele "encaixar" mais prestações no orçamento familiar.

Um estudo da Tendências Consultoria Integrada com base nos dados do crédito para pessoas físicas acompanhado pelo Banco Central (BC), exceto financiamentos imobiliários, e os rendimentos do trabalho e da Previdência, apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que, em maio, o comprometimento da renda mensal com prestações atingiu 26,3% e aumentou 0,5 ponto porcentual em relação ao mesmo mês de 2009.

Em março, o comprometimento correspondia a 25% da renda. Em abril, foi para 25,9%. "Nos nossos cálculos, esse indicador deve atingir 28% em dezembro deste ano", prevê Alexandre Andrade, economista da consultoria. Se a estimativa se confirmar, será o maior nível de empenho da renda com prestações já alcançado desde o início da série, em janeiro de 2003. O recorde anterior foi batido em novembro de 2008, quando o indicador chegou a 27,1%.

"Uns falam que o limite de comprometimento da renda mensal com prestações de lojas e bancos é 25% e outros 30%", observa o economista da Associação Comercial de São Paulo(ACSP) Emílio Alfieri. Andrade, da Tendências, diz que 30% de limite do empenho da renda mensal com dívidas é padrão de outros países. (Veja)

Nota: "O dinheiro é uma dádiva de Deus e deve ser adquirido de maneira honesta através do trabalho lícito. A Bíblia ensina que não devemos usar o dinheiro para satisfazer nossos desejos egoístas e esquecer de Deus e de sua missão. Por isso Deus pede a parte que lhe corresponde. “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.” Malaquias 3:8-11

“Aquele que está encarregado das finanças deve estudar quanto pode economizar, em lugar de quanto pode gastar” Medicina e Salvação, 176. “Que não se faça qualquer desnecessária despesa na satisfação do orgulho e da vaidade” Beneficiencia Social, 223.

“Cuidai dos centavos e os dólares cuidarão de si mesmos. É uma moedinha aqui, uma moedinha ali, gasta para isto, aquilo, e aquele outro, que logo somam dólares. Negai o eu ao menos quando estais rodeados de dívidas. ... Não vacileis, não desanimeis nem desistais. Negai vosso gosto, negai a condescendência com o apetite, economizai vosso dinheiro e pagai vossas dívidas. Esforçai-vos para pagá-las o mais depressa possível. Quando vos puderdes apresentar novamente como um homem livre, não devendo nada a ninguém, tereis alcançado uma grande vitória.” Conselhos sobre Mordomia, 257.

Lembre-se do conselho de Paulo: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros" Romanos 13:8. Pense nisto e seja feliz!

Pr. Evandro Fávero

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