terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vivendo a eternidade

“Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim”
Eclesiastes 3:11.

De acordo com a wikipédia, eternidade está relacionada com “duração, sem princípio nem fim”. A humanidade durante toda a sua história desenvolveu o chamado ‘instinto de sobrevivência’ e a busca pela longevidade.

O apego a vida também levou o homem a acreditar somente no aqui e agora. Isto conduziu algumas civilizações antigas, como a egípcia, ‘a crença equivocada na vida eterna após a morte. A evidência conhecida disso se vê até hoje nas pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos.

Em nossa época pós-moderna a ciência tem se tornado uma religião para muitos. Desenvolveu-se a crença na ‘produção’ da eternidade humana em laboratórios pelo processo do mapeamento genético e a descoberta de um antídoto capaz de prevenir o envelhecimento das células. Eternidade neste mundo não vale à pena!

Outro dia visitei um casal muito pobre que vive na periferia de Curitiba com sua filhinha de um ano e meio. A criança nasceu com hidrocefalia, uma doença rara que compromete a construção cerebral. A criança pode vir a sofrer problemas de aprendizagem, de memória de curto prazo, de coordenação motora, de organização, dificuldades de localização espaço-temporal, problemas relacionados com a motivação, puberdade precoce. Neste cenário nem um pouco promissor, será que os pais gostariam de pensar na vida eterna para eles e sua filha aqui na terra?

A vida sem fim não tem valor algum associada ao sofrimento humano. Daí porque a eternidade no Céu é tão sonhada pelos crentes na Palavra de Deus. Diz o texto do Gênesis que o Criador colocou o desejo da eternidade em nosso coração, que será real com o advento do Céu, com sua perfeição na vida e na comunidade dos santos.

Ellen White escreveu: “Não poderá existir a dor na atmosfera do Céu. No lar dos remidos não haverá lágrimas, nem cortejos fúnebres, nem trajes de luto. ‘Morador nenhum dirá: enfermo estou; porque o povo que habitar nela será absolvido da sua iniqüidade’ (Is 33:24). Abundante torrente de ventura fluirá e se avolumará com o decorrer da eternidade” (VE, p. 235).
Que neste dia você experimente em seu coração a alegria e o desejo ardente pela eternidade!

Pr. Dinei Carriel
Associação Central Paranaense - USB

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