sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Resumo da lição 5 da Escola Sabatina

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Título: FÉ E ANTIGO TESTAMENTO

Texto-chave
“Como Cristo nos regatou da maldição da lei, fazendo – se Ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro) ” Gálatas 3.13.

Objetivos
1. Saber: Redenção no Antigo Testamento.

2. Sentir: Ele sofreu nossa maldição.

3. Fazer: Aceitando o custo.

Verdade Central
Através do sistema sacrifical, o Antigo Testamento ilustrava o terrível custo do pecado e a oferta de um substituto perfeito para tomar o lugar do pecador na morte.

Lição de domingo: Os Insensatos Gálatas (Gl 3.1-5)

Quantas vezes você pensou: “Estou me saindo muito bem”? Sou suficientemente bom para ser salvo?

Os Cristãos do século XXI devem cuidar da vida espiritual para não cair no legalismo. A raiz a palavra anoetoi vem da palavra mente (nous) que significa literalmente: “Estúpidos”. Agindo sem pensar, sem discernimento mental, Paulo os questiona: Quem os enfeitiçou, quem lançou um encantamento sobre vós? A indicação que eles estavam sendo segados pelo inimigo (2 Co 4.4).

Paulo ficou perplexo com a apostasia dos gálatas com relação ao evangelho porque eles sabiam que a salvação estava fundamentada na Cruz.

A palavra representado ou exposto (Gl.3.1), significa literalmente “anunciado em cartaz” ou “retratado”. Era usada para descrever todas as proclamações públicas. A cruz é fundamental para a pregação do evangelho, eles tinham visto o Cristo crucificado com os olhos da mente (1 Co 1.23; 2.2).

A justiça de Cristo não é uma capa para esconder pecados não confessados, não abandonados. Precisamos da graça que salva, que redime. Precisamos ir ao calvário e nos humilharmos diariamente aos pés de nosso Criador, Mantenedor e Redentor.

Lição de segunda-feira: Fundamentado nas Escrituras (Gl. 3.6-8)

Até aqui Paulo está defendendo a justificação pela fé apelando ao acordo alcançado com os apóstolos em Jerusalém (Gl 2.1-10) e a experiência pessoal dos próprios gálatas (Gl 3.1-5).

Em Gálatas 3:6, ocorre retorno ao testemunho das Escrituras. O antigo testamento era as escrituras dos dias de Paulo. As escrituras (antigo testamento) desempenharam um papel significativo nos ensinamentos de Paulo. Em 2 Tm 3.16 ele escreveu “Toda a escritura é inspirada por Deus”. Paulo usou as escrituras para demonstrar que Jesus era o Messias prometido (Rm 1.2), para dar instrução sobre a vida cristã (Rm 13.8-10), e para provar a validade de seus ensinamentos (Gl 3.8,9).

Lição de terça-feira: Considerado Justo (Gl.3.6)

Quando pensamos em alguém justo? Que características vêm a nossa mente?

Abraão é uma figura central no Judaísmo. Não somente é o pai do povo Judeu, mas os judeus na época de Paulo também o consideravam o modelo de como deveria ser um verdadeiro Judeu. Deus havia declarado a Abraão justo por causa de sua obediência. Deus chamou Abrão para que saísse da terra da sua parentela em Ur dos Caldeus e o enviou a terra de Canaã, aceitou a circuncisão, e estava disposto a sacrificar seu filho, conforme a ordem de Deus. Isso é obediência. Os oponentes de Paulo apelavam para Abraão sobre a questão da circuncisão. E é com base em Abraão que Paulo enfatiza que o patriarca havia sido um exemplo de fé e não de observância da lei.

Abraão teve sua fé creditada (imputada) para justiça obtida por meio do sacrifício e ressurreição de Cristo (Gn 15.6; Rm 4.3-6, 8-11,22-24).

A palavra justificação é uma metáfora tirada do mundo jurídico, a palavra contado ou considerado é uma metáfora tirada do mundo dos negócios. Pode significar “creditar” ou “colocar algo na conta de alguém”.

O que é colocado em nossa conta é a justiça de Cristo. A questão é em que base Deus nos considera justos? Deus justificou a Abraão não pela obediência, mas por causa de sua fé. A obediência de Abraão foi o resultado de sua fé. Justificação conduz a obediência e não o contrário.

Lição de quarta-feira: O evangelho no Antigo Testamento (Gl.3.8)

As boas novas do evangelho no Antigo Testamento tem como fundamento o conceito de aliança.

Gálatas 3:8 diz: Ora, tendo a escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti serão abençoados todos os povos”. Paulo tinha em mente a aliança que Deus fez com Abraão quando o chamou. Gn. 12.1-3. A base da aliança de Deus com Abraão estava centralizada nas promessas de Deus a ele. O chamado de Abraão ilustra, portanto a essência do evangelho, que é salvação pela fé.

1- Fé é abrir a mente e o coração para ter um relacionamento pessoal com Deus. Disposto a ouvir a voz de Deus.
2- As promessas de Deus a Abraão nos revelam o modo crescente de informações específicas sobre Sua promessa (Revelação contínua).
3- Pela fé Abraão creu que seria o pai de Isaque, o filho da promessa, nascido de Sara.

Lição de quinta-feira: Resgatados da maldição (Gl.3:13, 2Co 5.21)

Em Gl.3:10 diz: Todos quantos pois são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei, para praticá – las. (Dt.27:26).

Paulo contrastou duas alternativas diferentes: Salvação pela fé e salvação pelas obras. As bênçãos e maldições da aliança descritas em Dt. 27,28. Foram diretas. Aqueles que obedecem seriam abençoados e os que desobedecem seriam amaldiçoados. A lei só pode nos condenar como transgressores, apesar das tentativas de bondade.

Cristo no libertou da maldição da lei (Gl 3.13, 2Co 5.21).

Paulo utiliza a expressão “comprar de volta”, representa o preço do resgate pago para libertar reféns ou o preço pago para libertar um escravo. A operação resgate ocorreu motivado pelo grande amor de Deus pela humanidade. Ele deu Jesus Cristo para morrer em nosso lugar. Jesus tornou portador de pecados para redimir a humanidade. Jesus nos resgatou da maldição do pecado e tomou sobre si as penalidades de nossos pecados (2Co 5.21).

A morte de Jesus na cruz foi vista como um exemplo desta maldição que Deus impôs sobre seu Filho. Ele tornou – se maldição para que pudéssemos ser abençoados por Deus.

Conclusão

Sobre Cristo como nosso substituto e penhor, foi posta sobre Ele a iniquidade de nós todos. “Foi o sentimento do pecado, trazendo a ira divina sobre Ele, como substituto do homem, que tão amargo tornou o cálice que sorveu, e quebrantou o coração do Filho de Deus” EGW. DTN, 753.

1. O fundamento no Antigo Testamento para a compreensão da redenção e justificação pela fé.
2. Do início ao fim da vida Cristã a base da nossa salvação é a fé unicamente em Cristo.
3. Foi por causa da fé que Abraão teve nas promessas de Deus que Ele foi considerado justo, e esse mesmo dom de justiça está disponível hoje para todo aquele que partilhar da fé que Abraão teve.
4. A única razão pela qual não somos condenados por nossos erros é que Jesus pagou o preço pelos nossos pecados, ao morrer em nosso lugar.

Pr. Eliezer Maciel da Silva
Pastor Distrital no Jardim Alvorada em Maringá

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