domingo, 1 de abril de 2012

Resumo da lição número 1 da Escola Sabatina

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Título: Definindo Evangelismo e Testemunho

Texto chave

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos". Mateus 28:19-20

Objetivos

1. Mostrar que, ainda que os dois termos estejam intimamente ligados, há uma sensível diferença entre eles;

2. Motivar cada membro a ser um testemunho vivo, pois muitos lerão a Bíblia em nós;

3. Estimular o conhecimento teórico, para que quando necessário, possamos dar razão daquilo que cremos.

Verdade Central

A razão de existirmos como igreja está na mensagem que pregamos. Não há como dissociar nossa existência da Grande Comissão. Compete ao povo adventista, o privilégio e também a responsabilidade de proclamar o Evangelho Eterno. Vivemos num mundo multicultural, onde os meios de se levar a mensagem devem ser contextualizados, mas a mensagem tem ser mantida a mesma onde quer que ela chegue.

Domingo: O que é evangelismo?

“Um evangelismo, nos moldes que conhecemos hoje, deve ser um evento pontual e realizado apenas pelo pastor da igreja ou por uma equipe designada pelo campo. Pois estes, o pastor e a equipe, têm o conhecimento teórico necessário.” Quais as implicações deste pensamento?

 Este evangelismo deve ser realizado somente por evangelistas “profissionais”?

 O conhecimento teórico da verdade é tão importante a ponto de tornar o conhecimento prático secundário?

 Como pode o membro da igreja ajudar na prática evangelística?

Segunda-feira: O que é testemunho?

“O que me chamou a atenção naquela igreja foi a forma amável dos membros se relacionarem, aquela é realmente uma comunidade de amor” “Como ele vive, soa tão alto que não consigo ouvir o que ele fala”.

 Apesar da importância das nossas ações, quem devemos evidenciar não é nós a mesmos, mas Aquele a quem servimos.

 A promessa que Jesus fez de estar sempre estar conosco, foi feita no contexto da Grande Comissão (Mateus 28: 19 e 20). “Se pensássemos e falássemos mais em Jesus, e menos em nós mesmos teríamos muito mais de Sua presença.” CC, 102

 Não há como ser testemunha de Cristo sem o recebimento do dom do Espírito Santo. Em Atos 1: 8 é-nos dito: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas...” A conjunção “e” subordina uma frase à outra.

Terça-feira: Evidência bíblica

Quando Paulo esteve em uma sinagoga em Antioquia da Pisídia, num sábado, ele ministrou um verdadeiro e completo estudo bíblico (Atos 13: 16 – 41). Ele partiu do Êxodo até chegar em Jesus crucificado e ressurreto. O próprio Jesus usou esse princípio quando esteve com dois de Seus discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24: 27 e 44).

 Paulo deu evidências bíblicas de que aquilo que falava não provinha de sua imaginação ou vontade.

 Em outra ocasião (Atos 17: 16 - 34), Paulo usou a lógica humana para tentar alcançar aos atenienses, mas alcançou pouco resultado. A partir de então, decidiu não mais usar outro artifício, senão pregar sobre a pessoa de Cristo (1 Co 2: 1 e 2).

 Paulo começou seu discurso prendendo a atenção dos judeus. Ele partiu do conhecido para o desconhecido.

Quarta-feira: Contando nossa história

Existem muitas evidências da existência de Deus. A natureza em sua rica variedade de espécies, a complexidade do DNA, o complexo funcionamento dos órgãos de um ser humano, estas e outras mais, são evidências de que há um Ser inteligente por trás de sua concepção. Mas nenhuma evidência é maior do que a de uma vida transforma por Seu amor.

 Paulo seguiu uma sequência lógica quando deu testemunho daquilo que Jesus fez em sua vida. Relatou sua vida antes de conhecer Jesus (Atos 22: 3-5); descreveu a forma como entrou em contato com o Salvador (Atos 22: 6-16) e por fim testemunhou da mudança operada nele (22: 17-21).

 A autoridade que Jesus tinha não estava baseada no fato dEle ser Deus, mesmo porque, aqueles que se espantavam com a Sua autoridade, não sabiam que Ele era Deus (Lucas 4: 36). Está, antes, baseada em Sua vida vivida ao extremo. Certa vez alguém disse: “Palavras comovem, mas vidas transformadas arrastam”.

Quinta-feira: Nossa descrição de trabalho

Não existe uma fórmula patenteada para a prática evangelística. Cada região, com sua cultura exige meios variados de se proclamar a verdade. “Têm de fazer uso de todos os meios que possam ser planejados para fazer com que a verdade sobressaia clara e distintamente.” OE, 345 e 346. (grifo nosso)

 João Batista, no Novo Testamento, foi o primeiro a pregar sobre o arrependimento e o reino dos Céus (Mateus 3: 2); logo depois o próprio Jesus passou a fazer isto (Mateus 4: 17) e em seguida vieram os discípulos que tinham em sua mensagem o mesmo teor da mensagem de João Batista e de Jesus (Mateus 10: 7 e DTN 350).

 Os mensageiros, durante toda a era cristã mudaram. Alguns vieram e passaram; muitos outros com certeza virão. Mas uma coisa é certa, a mensagem nunca mudou.

Conclusão

1. Evangelismo é uma prática necessária nos dias de hoje, nunca deve estar dissociada do testemunho pessoal;

2. Não há uma única pessoa que esteja isenta de participar da pregação do Evangelho. Cada um deve, segundo seus dons e condições, proclamar a mensagem.

3. Devemos sempre aproveitar as oportunidades de testemunhar de Cristo e esse testemunho tem de ser completo, mas breve; racional, mas cativante.

4. Os meios pelos quais a mensagem é pregada podem variar, no entanto, o teor da mensagem tem de ser integral e imutável.

Pr. Rodrigo dos Santos
Pastor do Distrito de Joaçaba/SC - Associação Catarinense

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