quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Qualidade do ar: Preço Justificável?

A qualidade do ar esta intimamente ligada a qualidade de vida das pessoas, e, principalmente a saúde da população.

Vapor, poeira, fumaça, gás carbônico, ar poluído de maneira geral prejudica a saúde pois são absorvidos pelo organismo provocando dores de cabeça, irritação nos olhos, problemas na garganta, pulmão entre outros. Milhões de reais são gastos anualmente com estas e outras doenças.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, mais especificamente, os habitantes de Loma Linda, pertencem a uma região identificada como Zona Azul, que é um dos três lugares com maior índice de longevidade no planeta.

O que faz a diferença? Há muito estudos sobre o assunto e diversas razões já foram apontadas. Mas é para se pensar o fato que a Igreja Adventista ensina o uso de oito remédios naturais, entre eles, está o ar puro.

Penso, que por estas e outras razões devemos, utilizar cada vez mais e promover ações que visam ajudar a não poluir o ar, principalmente nos grandes centros urbanos, como São Paulo, Nova York a cidade do México, onde os automóveis tem uma grande parcela de culpa no alto nível de poluição do ar por causa da emissão constante de gás carbônico.

Mas a pergunta é: O preço é justificável? A resposta é sim, e não. Sim porque todo esforço possível deve ser envidado para tornar o ar mais puro e evitar ações que poluam o ambiente em que vivemos. Não porque, como vimos na matéria da Folha de 04 de dezembro de 2011 em Nova York, saber se o carro polui ou não custa cerca de R$ 37,00 e na Cidade do México as tarifas variam de acordo com o tipo de carro e a multa para quem não faz esta inspeção pode chegar a R$ 550,00. "No Brasil até 2017, as montadoras terão que cortar, em média, quase um quarto das emissões de gás carbônico para evitar um aumento de imposto. Pela primeira vez, os fabricantes serão obrigados a assumir metade eficiência energética." (Brasil Maior)

Certamente que se fazem necessárias cada vez mais ações para promover a pureza do ar, mas faz-se necessário também ações que promovam transparências na maneira de administrar os recursos públicos, de tal maneira que o cidadão seja verdadeiramente valorizado e que os recursos naturais sejam promovidos por interesse na saúde e não meramente para evitar gastos públicos derivados do ar poluído das grandes cidades.

Que o interesse esteja mais focado no ser humano e não apenas nos cofres públicos. Nesse quesito temos, sim que aprender com a pregação da saúde da Igreja Adventista.

Pr Evandro Fávero

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