domingo, 24 de novembro de 2013

Resumo da lição número 9 da Escola Sabatina


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TITULO: O JUIZO PRÉ-ADVENTO

Texto chave: “ O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios O servirão e lhe obedecerão” (Dn 7:27)

OBJETIVOS:

1º Conhecer a respeito do trabalho de Jesus em nosso favor diante do trono de Deus.

2º Aprender que Deus é quem pronuncia a sentença de salvação aos Santos e condena o poder do chifre pequeno com seus seguidores.

3º Submeter-se ao plano de Deus e fazer parte de Sua solução para a humanidade.

VERDADE CENTRAL:

O julgamento de Deus é geralmente percebido como condenação, punição ou destruição. Esse significado do julgamento também está presente na Bíblia, mas o ensino bíblico básico sobre essa atividade divina é muito positivo, porque, para Deus, julgar significa justificar, salvar, libertar e defender Seu povo. Somente quando o sentido positivo primário não pode ser aplicado, devido ao contexto imediato, ocorre o julgamento negativo.

DOMINGO: A VISÃO E O JUIZO

Daniel 7:1-14
A cena do Juizo é o ponto central de toda a visão e envolve duas figuras principais, o ancião de Dias e o filho do Homem. Anjos também estão ali, testemunhas do Juízo. A cena se desdobra em três etapas:
A primeira é a cena do tribunal (V9,10).
A segunda é o resultado do juízo sobre os violentos poderes da terra (11,12) A terceira é a transferência do domínio e do reino para o filho do homem (13,14).
Deus, o pai é retratado como o majestoso Ancião de Dias, o Sábio, justo e incomparável juiz.

SEGUNDA-FEIRA: MODELO DE JULGAMENTO

O conceito de um juízo investigativo é bíblico. O processo judicial de Deus frequentemente inclui uma fase de investigação e inquérito. Vemos Deus realizando a mesma ação que Ele requeria dos juízes em Israel, ou seja, inquirir, investigar e perguntar com diligencia (Dt 13:14; Dt 19:18). A investigação implica em consideração e justiça.

Não podemos constestar as acusações de Satanás contra nós. Somente Cristo pode pleitear eficazmente em nosso favor. Ele é capaz de silenciar o acusador com argumentos fundamentos não em nossos méditos, mas nos dEle.

TERÇA-FEIRA: HORA DO JUIZO

Tanto na visão quanto na interpretação do anjo, o julgamento segue como resposta de Deus a presunção do chifre pequeno e culmina com a transferência do reino para os santos de Deus. A Bíblia descreve o julgamento como ocorrendo ainda no tempo em que o poder do chifre pequeno existe. (Dn 7:8,9).

O domínio do chifre é retirado somente depois que o tribunal julga. Quando o processo judicial termina, todos os reinos da terra são destruídos (26).

Isso mostra que o juízo deve ocorrer antes da segunda vinda de Cristo. É um juízo pré-advento, que começa algum tempo depois do período de “um tempo dois tempos e metade de um tempo”.

De fato, os santos serão recompensados no momento da vinda de Cristo, o que pressupõe que eles já terão sido julgados. Da mesma forma, os ímpios, incluindo os poderes demoníacos, serão julgados durante o milênio, antes da execução do juízo final.

QUARTA-FEIRA: NO FIM DO JULGAMENTO

Considere os resultados do juízo em diversas ações de longo alcance:

a) O filho do homem será coroado. Ele receberá “domínio, e glória, e o reino” (Dn7:14).

b) Os santos receberão o reino pra sempre. O julgamento é para beneficio dos santos que receberão o reino de Deus (Dn 7:22).

c) Quando o filho do homem receber Seu reino, convidará os santos para Se unirem a Ele. Seu reino é reino Deles (Dn 7:27).

d) Os inimigos do povo de Deus serão julgados. O chifre pequeno será derrotado e destruído para sempre (Dn 7:25).

O desejo de Deus é salvar Seu povo e erradicar o pecado, não deixando nenhuma dúvida sobre Seu amor e Justiça.

QUINTA-FEIRA: CERTEZA RESPONSÁVEL

O juízo pré-advento não ameaça nossa certeza de salvação. O resultado é certo, ele favorece os santos de Deus (Dn7:22) a obra de Deus no Juízo reafirma nosso perdão e intensifica nossa certeza, tornando nossos pecados eternamente irrelevantes.

CONCLUSÃO:

Quando Deus julga seu povo, ele justifica, liberta e defende, mas, por outro lado, condena, castiga e destrói o mal.

Pr. Célio Longo – Departamental MIPES – Escola Sabatina e ASA 
Associação Central Paranaense

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