domingo, 26 de janeiro de 2014

Resumo da lição número 5 da Escola Sabatina

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DISCIPULANDO OS ENFERMOS

TEXTO CHAVE:

E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram junto aos pés de Jesus; e ele os curou. De modo que o povo se maravilhou ao ver que os mudos falavam, os aleijados recobravam saúde, os coxos andavam e os cegos viam. Então, glorificavam ao Deus de Israel. (Mateus 15:30-31)

OBJETIVOS:

1- Saber: Que embora a doença seja sempre uma visitante indesejada, os enfermos geralmente estão abertos às influências espirituais.

2- Sentir: O desejo de ministrar aos enfermos, atendendo suas necessidades emocionais e espirituais, bem como suas necessidades físicas.

3- Fazer: Ajudar a aliviar os fardos que afetam espiritual ou emocionalmente os outros.

VERDADE CENTRAL:

Estar doente é uma experimentar uma condição indesejável para qualquer ser humano. Ainda assim Deus vê no sofrimento humano oportunidades de salvação e discipulado que terminam por transformar maldições em bênçãos. Deus tem poder para curar qualquer doença e deve ser louvado por isso, mas acima de qualquer coisa, Deus tem poder de salvar do pecado, que é a pior “doença”, e esse dom está acima de todos os dons.

DOMINGO: O Messias que cura.

Imagine que para curar a doença de alguém o médico precisasse se submeter à mesma doença no lugar da pessoa curada. Se a fura funcionasse assim quantos médicos existiriam?

Isaias 53:4 (citado em Mateus 8:17) diz que o Messias levaria sobre si mesmo as enfermidades das pessoas. Ele faria o que nenhum médico gostaria de fazer pelos seus pacientes.

As doenças freqüentemente levam à morte, sendo esta “o salário do pecado” (Rm 6:23). Isso gera a pergunta sobre as relações entre a doença e o pecado. João 9:1-3 nos responde essa pergunta afirmando que nem toda doença é castigo direto por algum pecado específico do doente ou dos seus familiares.

SEGUNDA-FEIRA: Cura do corpo.

Apesar de nem toda doença ser resultado de um pecado específico em Marcos 2:1-12 Jesus relacionou a ideia de curar uma doença com a ideia do perdão dos pecados.

A Pergunta de Jesus: “O que é mais fácil?” é dirigida a cada um de nós e repreende aqueles que pensam que a cura de uma doença é um assunto mais urgente ou difícil do que o perdão e vitória sobre um pecado.

TERÇA-FEIRA: Curando o corpo e a mente.

Realizar curas simplesmente físicas jamais foi o propósito de Jesus. Jesus queria (e ainda quer!) lidar com o ser humano holisticamente, curando também sua mente e seu coração.

Doenças mentais são quadros terríveis da degeneração causada pelo pecado na humanidade pecadora, mas Jesus (em Lucas 8:26-39) enfrentou esse tipo de doença com poder e sucesso perfeito no restabelecimento do doente.

Muitas vezes, porém, as pessoas têm dificuldades emocionais como ansiedade, depressão e variadas síndromes nessa direção. Essas pessoas são chamadas a lançar seus fardos sobre o Salvador que somente as pode aliviar, confiando a Deus toda a sua vida.

QUARTA-FEIRA: A Ressurreição e a vida.

O ser humano está evolvido em doenças como sinais da atuante presença do processo de morte ao qual está submetido por causa da realidade do pecado em suas vidas.

Assim como não existem pessoas que não pecam (Ec 7:20), na há pessoas que não estejam sujeitas à doença e à morte (Rm 5:12) enquanto Jesus não volta.

Entretanto, em Lucas 7:11-17, Marcos 5:21-43 e João 11:37-44 nós vemos Jesus triunfando sobre a morte, o que nos garante que pecado e morte são realidades mas não representam a palavra final para o ser humano que crê em Jesus (Jo 3:16)

QUINTA-FEIRA: Legado de curas.

O Novo Testamento está repleto de relatos de curas poderosas dentro da comunidade cristã (At 3:1-19; 5:12-16; 9:36-42; 20:7-10; 1 Co 12:7-9, 28-31; Tg 5:13-16). Essas curas confirmavam o poder da verdade que os discípulos pregavam em meio a comunidades com nenhum acesso efetivo contra as mais simples ou complexas doenças.

As experiências de cura, entretanto, desde aqueles tempos chamaram a atenção de pessoas desonestas, que viam nessa fonte miraculosa uma oportunidade de explorar as pessoas financeiramente (cf. At 8:9-15).

Toda experiência com a doença e com a cura devem ser canalizadas para a apresentação da pessoa de Cristo com única solução efetiva para os problemas da humanidade.

CONCLUSÃO.

1- A saúde é um dom precioso que não deve ser abusado ou desperdiçado.

2- Neste mundo todos estão sujeitos ao pecado, doença e morte, podendo ser redimidos e restaurados somente através da pessoa e obra de Jesus Cristo.

3- O dom da cura não deve servir para propósitos desonestos ou financeiros, mas serve para alívio do sofrimento humano e condução da alma a Cristo.

Ezequiel Rosa Gomes Junior
Auxiliar de Evangelismo
Associação Central Sul Riograndense

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