domingo, 8 de junho de 2014

Resumo da lição número 11 da Escola Sabatina

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TÍTULO: “Os apóstolos e a lei”

TEXTO-CHAVE

Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom. (Rm 7:1)

OBJETIVOS

1- Saber: Que os escritos dos apóstolos não demonstram que a lei foi mudada nem anulada.

2- Sentir: Confiança na natureza imutável da Palavra de Deus.

3- Fazer: Demonstrar na vida cotidiana um contexto amoroso para introduzir a lei de Deus.

VERDADE CENTRAL

Nesta semana, examinaremos a atitude dos apóstolos de Cristo acerca da lei, porque certamente, se a lei tivesse sido anulada ou modificada após a morte de Cristo, os apóstolos saberiam algo sobre isso.

DOMINGO: Paulo e a lei

Paulo é o autor mais utilizado para pregar alguma forma de “abolição da lei de Deus” no Novo Testamento, vamos analisar isso nessa lição.

• Uma leitura superficial e descontextualizada de Rm3:28; 6:14; 7:4 e Gl 3:24-25 pode dar a impressão de que a “lei de Deus” não mais é relevante para os cristãos.

• As discussões teológicas a respeito da lei nos escritos de Paulo são amplas e profundas. Uma análise mais atenta do tema revela que Paulo tão somente enfatiza a incapacidade da lei em adquirir perdão ou justiça ao ser humano transgressor desta lei. Essas são as funções da redenção e da fé e a lei não os pode substituir nessa tarefa.

• Utilizar esses argumentos paulinos para desafiar a vigência da lei moral satisfaz muitos transgressores do sábado da lei de Deus, mas estes mesmos ficariam extremamente desconsertados e indignados caso ladrões, assassinos, idólatras, mentirosos e outras classes de “pecadores” fizessem uso de argumentos semelhantes para defender suas respectivas posturas diante da lei moral de Deus.

SEGUNDA-FEIRA: Pedro e a lei

Pedro foi um discípulo muito próximo de Jesus, nessa lição vamos ver o que podemos aprender sobre a lei de Deus em suas cartas e experiência de vida.

• Em Atos 10:9-14 Pedro diz que jamais tinha comido “coisa imunda”, o que indica sua permanente fidelidade à revelação do Antigo Testamento, mesmo na questão da alimentação que Deus prescreveu no Pentateuco.

• A expressão “nação santa” ocorre em 1 Pedro 2:9 e em Êxodo 19:6, mostrando a ligação entre a comunidade cristã e a comunidade que recebeu a revelação dos 10 mandamentos com o fim de ser santa neste mundo de pecado.

• Pedro também escreve: “Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. (2Pe 2:21)”, mostrando sua visão de que o cristão não deve se apartar do “santo mandamento” que lhe foi dado.

TERÇA-FEIRA: João e a lei

João conheceu a Jesus sendo jovem e foi o único dos apóstolos a morrer de velhice, conforme a tradição. Nessa lição vamos avaliar a posição dele sobre a lei de Deus.

• João faz questão de registrar as palavras de Jesus em João 15:1-11, onde Jesus diz, dentre outras coisas que os discípulos deveriam guardar os seus mandamentos como ele guardava os mandamentos do seu pai (15:10).

• João entendeu que essência da lei de Deus sempre foi o amor (2 Jo 6, cf. Rm 13:10 para a mesma visão em Paulo).

QUARTA-FEIRA: Tiago e a lei

Especula-se que o Tiago que escreveu a carta do Novo Testamento tenha sido um irmão de Jesus que se converteu e se tornou líder da igreja primitiva. Nessa lição vamos analisar o que ele tem a nos dizer sobre a lei.

• Tiago 2:10-12 é um dos textos mais importantes de todo o Novo Testamento sobre os dez mandamentos (perceba que o autor cita dois dos dez mandamentos em seu exemplo de que não podemos transgredir nenhum mandamento). Uma forma prática e simples de avaliar o ensino de qualquer igreja em relação a esse assunto é comparar se o ensino dessa igreja permite a transgressão de um dos dez mandamentos e caso o permita estamos diante de uma igreja que contradiz o que Tiago nos escreveu.

• Tiago fala que a fé sem obras é morte (Tiago 2:26) demonstrando o caráter prático da fé cristã na direção da obediência a Deus.

QUINTA-FEIRA: Judas e a lei

A carta de Judas também é atribuída a um irmão de Jesus (Mt 13:55), vamos analisar a função da lei nessa carta.

• Judas 4 mostra que algumas pessoas transformam a graça de Deus em libertinagem, ou seja, a graça que perdoa o pecado é interpretada como a graça que libera o pecado para ser mais e mais praticado.

• Em Judas 5-7 o apóstolo nos dá informações sobre a rebelião dos anjos e dos homens de Sodoma e Gomorra (como um símbolo de outros moradores da terra). Tais exemplos evocam a questão da lei de Deus que é o padrão pelo qual se pode julgar o que é certo ou errado.

CONCLUSÃO

1. Uma leitura descontextualizada e superficial de Paulo pode conduzir pessoas e ensinar o que Paulo jamais ensinou em relação à lei moral de Deus, os dez mandamentos.

2. Pedro vive e ensina o evangelho sob o prisma da obediência à lei por parte da igreja (a nação santa) e não sob o prisma da desobediência.

3. João esclarece a natureza da lei de Deus como sendo, em essência, o amor.

4. Tiago demonstra um argumento sobre a transgressão da lei que expõe qualquer ensino religioso que não se submete à lei moral de Deus.

5. Judas mostra que a libertinagem (desobedecer à lei em nome da graça) é uma heresia.

Ezequiel Rosa Gomes Junior
Evangelismo da rádio Novo Tempo
Associação Central Sul Riograndense

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